
Se você está pensando em vender milhas em 2026 mas tem dúvidas sobre a segurança e a legalidade dessa operação, este guia foi atualizado para esclarecer, de uma vez por todas, o que diz o PROCON, como o mercado evoluiu na última década e quais cuidados práticos você precisa tomar antes de fechar negócio.
"Eu posso vender milhas e pontos de fidelidade?" Essa continua sendo uma das dúvidas mais comuns entre quem acumula milhas, em grande parte porque algumas companhias aéreas tentam, há anos, fazer parecer que essa prática é ilegal ou arriscada. Não é.
Segundo o PROCON, não existe no Brasil legislação que proíba o comércio de milhas e pontos. O que existe, em alguns contratos de adesão de programas de fidelidade, é uma cláusula afirmando que os pontos não podem ser comercializados — cláusula essa considerada nula pelo próprio PROCON, por ser abusiva e ferir o Código de Defesa do Consumidor.
Em entrevista histórica ao jornal O Globo, o advogado do PROCON do Rio de Janeiro, Flávio Ferreira, já havia explicado que o comércio de milhas não é ilegal — ele apenas alerta que, "por não ser um mercado transparente e regulado", o consumidor precisa redobrar a atenção na escolha do parceiro. Você pode conferir a matéria original aqui.
Em resumo: vender milhas é um direito seu. Você acumulou, você decide o que fazer com elas.
De lá pra cá, muita coisa mudou. O mercado, que antes era informal e operado em grupos de Facebook, hoje movimenta bilhões de reais por ano e conta com empresas estruturadas, regulamentadas como pessoa jurídica, com CNPJ, contratos, atendimento e processos antifraude.
Alguns marcos importantes desse amadurecimento:
A recomendação do PROCON segue válida (e mais importante do que nunca): antes de transferir qualquer ponto, verifique a procedência da empresa. Veja os pontos mínimos que uma empresa séria precisa ter:
A BankMilhas nasceu justamente para resolver essa dor: somos uma empresa especializada em milhas aéreas, com CNPJ, sede física, contrato, atendimento humano e processos antifraude consolidados. Trazemos o jeito mineiro de fazer negócio — confiança, palavra dada e relação de longo prazo — para um mercado que historicamente sofreu com a falta dessas três coisas.
Os valores pagos pelo milheiro variam diariamente, conforme demanda, programa e tipo de conta. Em vez de cravar um número que envelhece em uma semana, recomendamos consultar a cotação atual diretamente nas páginas de cada programa:
O recado do PROCON, reforçado pela evolução do mercado em 2026, é claro: vender milhas é legal e pode ser totalmente seguro, desde que você escolha uma empresa estruturada, com CNPJ, reputação pública e contrato. O risco não está na operação em si, está na escolha do parceiro.
Se você quer fazer uma simulação rápida e descobrir quanto suas milhas valem hoje, faça sua cotação na BankMilhas em poucos minutos — sem compromisso, com suporte humano e o pagamento que combinamos.

19 de jun. de 2026

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