
Ninguém gosta de ficar longe da família, ainda mais no Natal. A data aproxima as pessoas para relembrar os valores de paz, amor e união, encurtando distâncias. Faz até com que a mesa da avó, que já era grande, fique ainda maior. Coração de mãe sempre cabe mais um, mas no dia 25 de dezembro ele cresce um pouco além.
Infelizmente, nem todos conseguem chegar até suas famílias no fim de ano. Seja por causa do trabalho, de imprevistos ou da falta de dinheiro, muitos pais e filhos acabam passando o Natal distantes uns dos outros. E é justamente aí que histórias de generosidade envolvendo o universo das milhas aéreas ganham um peso ainda maior.
Peter Shankman, um norte-americano que viaja muito a trabalho, decidiu transformar o saldo do seu programa de fidelidade em algo maior. Após acumular cerca de 350.000 milhas em um único ano, o palestrante de marketing percebeu que tinha pontos suficientes para "ir até a lua" — e que parte deles corria o risco de simplesmente expirar. Em vez de deixar as milhas vencerem, ele preferiu doar as passagens para famílias que não tinham condições de comprar bilhetes para se reencontrar no Natal.
Quando perguntaram o motivo da iniciativa, Peter foi direto: "Eu não sou rico, não sou famoso, mas de fato possuo um recurso único à minha disposição. Por voar muito, tenho toneladas de milhas frequentes. Normalmente dou para minha família, minha assistente, meus amigos — que, é claro, ficam bastante felizes. Esse ano, porém, depois de dar a eles, eu ainda tinha muitas milhas sobrando".
Para escolher quem seria beneficiado, Peter usou suas redes sociais e pediu indicações de pessoas que precisassem viajar e não tivessem dinheiro para a passagem. As histórias chegaram aos montes: mães que não viam os filhos há anos, idosos longe dos netos, estudantes sem condições de voltar para casa. Com as milhas acumuladas, ele emitiu bilhetes para que dezenas de famílias pudessem se reunir no Natal — provando que pontos parados em uma conta podem virar memórias inesquecíveis.
Historicamente, milhas vencidas eram um problema recorrente: muita gente acumulava pontos e via tudo expirar sem perceber. Hoje, o cenário brasileiro mudou bastante. Programas como LATAM Pass (que substituiu o antigo Multiplus em 2020), Smiles (Gol), Livelo e TAP Miles&Go oferecem mecanismos de renovação automática, assinaturas mensais e clubes de pontos que ajudam a manter o saldo ativo — mas isso não significa que deixar milhas paradas seja uma boa ideia.
Pontos perdem valor com o tempo: a cada ajuste de tabela, é preciso mais milhas para emitir a mesma passagem. Por isso, vale lembrar que existem basicamente três caminhos inteligentes quando você tem um saldo grande parado:
Se a história do Peter aconteceu na era de programas que hoje nem existem mais, é importante atualizar o contexto para 2026. O Multiplus foi reformulado e virou LATAM Pass em 2020 — quem tinha saldo migrou automaticamente. Já o Avianca Amigo deixou de operar no Brasil após a saída da companhia, e o Ipiranga KM encerrou as atividades de troca por passagens. Por isso, ao planejar doações ou vendas hoje, o foco está nos programas vivos: LATAM Pass, Smiles, Livelo e TAP Miles&Go.
Nem todo mundo viaja a ponto de acumular 350 mil milhas como Peter — mas quase todo brasileiro tem algum saldo esquecido em programa de fidelidade, principalmente quem usa cartão de crédito. Em vez de deixar esse saldo vencer, você pode vender milhas Smiles, vender milhas LATAM Pass ou vender pontos Livelo com segurança e receber o pagamento direto na sua conta.
É uma forma prática de usar o que estava parado para presentear a família no Natal, quitar contas do fim do ano ou simplesmente garantir uma renda extra. A história do Peter Shankman mostra que milhas têm valor real — e, em 2026, com plataformas confiáveis como a BankMilhas, esse valor pode chegar até você sem complicação.
Está com milhas paradas e quer aproveitar antes que percam valor? Faça uma cotação rápida e descubra quanto seus pontos valem hoje.

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