Cada vez mais, os programas de milhagem se afastam das suas funções originais de fidelizar os clientes e preencher assentos vazios dos voos. O foco se tornou a
vender milhas e com a dificuldade de acumular os pontos, raramente a mobilidade dos usuários entre programas. Nesse cenário, preços desiguais são estímulos para você vender milhas, em detrimento a resgatar uma passagem, ou viagem.
Vamos explicar o porquê disso agora. Siga com a gente que iremos explicar três razões pelas quais resgatar uma passagem já não é a melhor alternativa para seus pontos.
1 – As passagens se tornaram muito caras
Por essa já não ser mais a finalidade das empresas de milhagens, que se tornaram independentes as companhias em muitos casos, elas colocam preços de resgate absurdos que, muitas vezes, custariam menos se você vendesse as milhas e pagasse no dinheiro.
Além de as milhas serão estornas pelos programas, que por vezes colocam prazos ínfimos para utilização, que nem sempre são viáveis para um resgate. Aqui na redação da Bank, já vimos casos de milhas com duração de seis meses.
2 – No prazo imposto não será possível fazer um bom resgate
O que eles fazem na prática é estimular que você use suas milhas para resgatar passagens para destinos pouco atraentes para os quais eles não conseguem lotar os voos. No tempo imposto raramente você conseguirá, com os gastos na companhia resgatar uma viagem para um destino de alta concorrência.
3 – Ao vender milhas você não se prende a um único fornecedor
Acontece que, apesar das milhas serem uma espécie de dinheiro virtual, sua compra está restrita apenas aquele fornecedor indicado pela companhia. Se você deseja uma passagem para o Rio, por exemplo, e ela custa a metade do preço na
Azul, não pensa duas vezes antes de vender milhas LATAM.
Na hora de realizar a venda não esqueça que a melhor cotação para seus pontos e milhas está na
Bank.